Adquirir conhecimento pelas fontes certas é a base da vida contemporânea. Cresce, assim, a importância de saber separar o joio do trigo informativo, e isso vale também para os profissionais de imprensa na hora de produzir conteúdo. Quer saber como se tornar um repórter com base nos princípios da ética e da qualidade e, quem sabe, enveredar por essa carreira? Um curso de jornalismo voltado para o público 60+ oferece essa oportunidade, e de graça.

Os pré-requisitos para se tornar aluno do curso de jornalismo são ser alfabetizado, ter 60 anos ou mais e possuir um smartphone

Créditos: Santypan/Shutterstock

Os pré-requisitos para se tornar aluno do curso de jornalismo são ser alfabetizado, ter 60 anos ou mais e possuir um smartphone

Você nem precisará prestar vestibular ou fazer qualquer prova para participar do Profissão Repórter 60+, programa com duração de três meses lançado pela Associação Centros Etievan, organização de projetos educacionais, em parceria com a Dínamo Editora.

Os pré-requisitos para se tornar aluno do curso são ser alfabetizado, ter 60 anos ou mais e possuir um smartphone, além de contar com tempo livre nas manhãs de quarta-feira entre julho e setembro – dias em que as aulas serão ministradas.

A proposta é realmente os participantes aprenderem os fundamentos do jornalismo e a construir matérias não só em texto mas também com recursos de áudio, vídeo e fotografia.

Todo o instrumental teórico será aplicado na prática, com a imersão em rotinas do profissional da área, como a realização de reportagens de rua e a presença em coletivas de imprensa.

Para quem não se animar a exercer a profissão de fato – o que é possível por muitos veículos não exigirem diploma de graduação em jornalismo de seus colaboradores –, o Profissão Repórter 60+ é útil também para o desenvolvimento de um olhar crítico sobre o que se produz de notícia por aí. Afinal, as chamadas fake news, ou notícias falsas, chegaram mesmo para confundir muita gente.

As inscrições para o curso vão até sexta, 15 de junho. As aulas começam em 4 de julho e vão até 19 de setembro. O projeto conta com os apoios do Conselho Estadual do Idoso de São Paulo e da Secretaria de Desenvolvimento Social do Governo do Estado de São Paulo.

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Por QSocial