Uma nova medida no Distrito Federal quer corrigir o mau comportamento dos brasileiros no transporte público por meio de uma iniciativa do poder público. Não, não se trata de uma Lava Jato para apurar desvios de dinheiro.

A pegada, desta vez, está mais para um “Levanta a Jato Daí” para quem não cede lugar para idosos, grávidas, mulheres com criança no colo ou pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nos assentos de ônibus e metrô da unidade federativa. A partir de 1º de dezembro, todos os lugares do transporte público passam a ser preferenciais para essas pessoas.

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Agora é lei: levanta a jato quem não for preferencial

O projeto, de autoria do deputado distrital Cristiano Araújo (PSD), foi sancionado integralmente pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB). A nova lei (5.984/17) determina que sejam colocados avisos nas estações e também nos próprios coletivos anunciando a determinação.

Não será necessária qualquer mudança estrutural nos veículos. Em suma, passageiros em geral terão de dar lugar aos beneficiados pela legislação que estiverem em pé.

Segundo Araújo, a intenção da lei é reforçar o exercício da cidadania e o respeito ao próximo. Quem diria que, em meio a tantas péssimas lições, enfim surge em Brasília um bom exemplo para o país.

Por QSocial